A culpa tem uma subtileza curiosa. Aproxima-se devagar e instala-se em silêncio. Sem darmos conta, molda a forma como pensamos, como sentimos e como agimos. Não chega com um estrondo.
Uma terapia é um revelar de nós mesmos, um mergulhar na nossa essência e permitirmo-nos abrir o nosso coração à luz do nosso Espírito.


