As palavras que nunca direi…

Começamos pela pergunta inevitável nesta reflexão: se a nossa voz importa, porque é que tantas vezes escolhemos não a usar? Diversos são os momentos em que sentimos a frase formar-se

Partilhar
Voz interior: abrigo ou prisão?

Há em cada um de nós uma voz que fala mais alto do que todas as outras. É interior, surge sempre em aviso, questiona, avalia, comenta. Às vezes protege-nos, outras

Partilhar
O sucesso é realização. Não é perfeição.

Crescemos bombardeados com frases como ‘precisas de ser alguém na vida’ e com o peso que cada uma destas palavras carrega. Associamos facilmente esse ‘ser alguém’ a uma conquista específica,

Partilhar
Amor próprio: um caminho, não um destino

Há um momento na vida, talvez mais cedo do que imaginamos, em que damos conta que a relação mais longa, constante e profunda que teremos, é connosco mesmo. Por isso,

Partilhar
Encontrar a paz num mundo que não pára

Somos seres de listas intermináveis. Mal riscamos uma tarefa, acrescentamos uma e outra nova. Há sempre alguma coisa por fazer, por melhorar, por alcançar. Há quem lhe chame inconformismo –

Partilhar
A aceitação do amor-próprio

O amor-próprio tem sido um tema recorrente em todos os meios e do qual temos falado amplamente. Gostarmos e confiarmos em nós próprios é fulcral para termos uma vida mais

Partilhar
Ser feito de Gratidão

Se taparmos o nariz e a boca acontece a mais elementar das evidências. Tão elementar que até parece ridículo. Contudo, tapar as vias respiratórias talvez seja um exercício a fazer

Partilhar
A estranha ausência dos dias

Nos olhos conseguimos ver a exactidão da loucura que neles reside. São, como quem já disse, o espelho exacto da alma. Nos olhos dos outros conseguimos perceber a sanidade ou

Partilhar
Deixa a luz brilhar

Quando uma luz brilha, todas as outras brilham. Se uma luz se acende, pode acender todas as outras. Luz que somos nós, que caminhamos por aqui em demandas e lutas,

Partilhar
A essência de ser

Tanto corremos que nos esquecemos de viver. O tempo escorre-nos pelos dedos e, nem que juntemos as mãos, conseguimos agarrar o tempo que não vivemos. Olhamos para o lado, vemos

Partilhar